Banco do Nordeste , novo parceiro do FSA


Foi anunciado no MAN (Mercado Audiovisual do Nordeste) a assinatura do convênio que permitirá o Banco do Nordeste administrar 30% dos recursos do FSA que a Lei 12485/11 destina aos Estados das regiões Norte, Nordeste e Centro-Oeste.

A proximidade com o agente financeiro será muito boa para os produtores da região, com certeza. E será bom para a Ancine e para o BRDE. Todos ganham com esta descentralização.

Mas tenho tido muita preocupação com os novos entrantes neste mercado audiovisual. Será que os Estados ou mesmo os banco parceiros não precisam começar a se perguntar se as empresas estão preparadas para fazer a gestão destes recursos? Se todo o recurso anunciado estiver disponível para estes produtores será que a gestão deles será feita de acordo com as normas bastante complicadas da Ancine (já que são recursos públicos)?

É necessário investir em gestão. Entre 2012 e 2016 (4 anos de FSA) foram contempladas 900 empresas com recursos do FSA. A carteira de projetos é composta por 1 bilhão de reais, com prazos e compromissos públicos.

Outra questão que me coloco é a maneira que vamos mensurar a eficácia da politica publica que vem cada vez mais avançando, nos games, nos projetos de produção, nos formatos. Será que estamos usando a métrica correta? Será que devemos utilizar as mesmas metricas para todas as regiões desta imensidão que é o Brasil?

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